Quem somos

 
 
 
 
QUEM SOMOS

Somos a APNA - Associação Portuguesa de Naturopatia, fazemos parte das chamadas TNC - Terapêuticas Não Convencionais, assim nos classificou a Lei 45/2003 de 22 de Agosto, classificação esta confirmada pela Lei Nº 71/2013 de 2 de Setembro, que regulamenta a antecedente Lei-de-bases.

Entretanto, jamais nos podemos esquecer, que não somos simples terapeutas como nos querem impor, mas sim os verdadeiros detentores do ceptro da Medicina propriamente dita a Natural ou Naturopática. Cabe-nos o direito de combater o predomínio injusto (que é simultaneamente o monopólio) da medicina convencional ou alopática, que instalada no poder continua impondo o seu método contra tudo e contra todos.

Unidos combateremos essa supremacia injusta. Pugnaremos para que nos seja reconhecida a herança hipocrática, os seus princípios de base, a sua caracterização e o seu conteúdo funcional.

Não aceitaremos que nos empunham condições retrógradas que descaracterizem por completo a verdadeira Naturopatia. Esta aplica-se através de três curas e de dez técnicas particulares desdobráveis, segundo uma hierarquia e uma síntese bem definida dos meios naturais (e não na justaposição ao acaso dos conhecimentos).

Nesta conformidade o número 4 do Artº 9º da Lei Nº 71/2013 de 2 de Setembro, não faz qualquer sentido, é uma verdadeira afronta aos verdadeiros Naturopatas, porque o principal objectivo do naturopata é a AUTO-CURA, cujo acto se concretiza com a aplicação dos agentes naturais que por sua vez estimulam os emunctórios, que purificam os humores dando origem à cura.

É a este verdadeiro conjunto de meios que representam a grande técnica naturopática a qual designamos por NATURISMO precedido pelo HUMORISMO (ciência naturopática) e do VITALISMO (filosofia naturopática).

É portanto o NATURISMO o estudo prático de todos os procedimentos higiénicos que dispõe a verdadeira Naturopatia Clássica e Moderna em nome dos seus verdadeiros ensinamentos. E não a herética, a naturoterapia que nos querem impor através de portarias governamentais . Todos os procedimentos naturopáticos são todos retirados dos elementos do meio humano específico, original e natural, cuja designação é: Agentes físicos, que constituem 10 grupos ou técnicas particulares da verdadeira naturopatia, donde cada uma delas é rica de muitas dezenas de meios especiais de aplicação.

Estas técnicas particulares da verdadeira naturopatia entram todas necessariamente nas rês curas naturopáticas para um ou mais procedimentos. Jamais podem existir aplicações técnicas isoladas (dietética, banhos, plantas, reflexos, manipulações, etc.), fora da síntese que representa o plano geral duma cura naturopática.

Assim cada procedimento deve ser aplicado no lugar exacto e segundo um plano geral naturopático. Não podem existir aplicações técnicas feitas de justaposição de procedimentos, sem ligação entre eles. Cada procedimento na verdadeira naturopatia representa um papel bem determinado. Esta é a real noção de hierarquia entre os meios. São portanto as curas naturopáticas, sintéticas e hierarquizadas.

É portanto a verdadeira naturopatia uma real medicina, a propriamente dita, que é 100 % preventiva, 70 a 80 % curativa e apenas em 30 ou 20 % dos casos não é actuante, porque a CAPACIDADE VITAL ou VITALIDADE DO PACIENTE foi completamente delapidada pelos métodos convencionais ( alimentação inadequada, medicação sintética abusiva, falta de exercício físico e respectivos períodos de desintoxicação, devidamente conjugados com os agentes naturais, suas regras e leis (as 25 Leis Naturopáticas), que devidamente enquadradas e cumpridas proporcionam a qualquer ser humano a verdadeira cura naturopática.

É portanto o principal objectivo da verdadeira naturopatia, a cura integral de todas as doenças pela completa remoção das causas; sablata causa tolitur effectus. Visa a verdadeira naturopatia a Clássica e Moderna colocar o corpo humano e o seu organismo em condições de se AUTO-DEFENDER, restaurando-se a si mesmo. É o nosso método e os nossos regimes a verdadeira profilaxia (autêntica). Mais uma vez dizemos e afirmamos, que nos cuidados de saúde naturopáticos não existem artificialismos, nem dogmas, mas sim o poder da AUTO-CURA ou seja o real poder da Natureza e dos seus agentes.

Pelo Naturólogo

Manuel R. C. Melo, Ph ND., MD. (MA)
Renovar a APNA, Servir os Associados e Defender a Naturopatia
É nosso principal objectivo, renovar a APNA, colocar a associação ao inteiro serviço dos associados, prestando-lhes todo o apoio possível, ou seja nas vertentes administrativa, jurídica e social.

É verdade que a APNA, passou e ainda vem atravessando um espaço de alguma turbulência, que em nada a ajudou e ainda menos a dignificou. Cremos no entanto, como pessoas de bem e de boa vontade, procurar superar todas as lacunas, corrigir todas as assimetrias, aprendendo com os erros e desmandos, no sentido de levar a APNA a bom porto.

Acreditamos também, que as associações são como as pessoas, podem ter os seus picos eufóricos, mas também as suas quedas ou depressões.

Por tudo que já é do vosso conhecimento, esta equipe de pessoas de boa vontade, fará o seu melhor para levantar a APNA, colocando-a no lugar que lhe cabe, ou seja como principal aglutinadora dos profissionais da nossa classe, que por sua vez serão os principais defensores da verdadeira Naturopatia.

Defender a Naturopatia, significa para nós como verdadeiros Naturopatas que somos, ter a noção exacta dos nossos deveres e responsabilidades. Promover o essencial conhecimento da fundamentação, dos princípios doutrinários, das técnicas e procedimentos que caracterizam o MÉTODO NATURAL DE SAÚDE, que todos temos o dever de ensinar, defender e preservar.

Os requisitos naturopáticos, não podem nem devem ser determinados apenas por portarias governamentais, eles devem decorrer principalmente dos ensinamentos de base das nossas escolas que ensinam a verdadeira Naturopatia. Ter como padrão de aferimento o conjunto de meios que representam a grande técnica naturopática, a qual Hipócrates inicialmente concebeu, mas que Benedict Lutz e P. V. Marchesseau designaram por NATURISMO, precedido pelo HUMORISMO ( ciência naturopática) e do VITALISMO (filosofia naturopática).

É portanto em nosso entender o NATURISMO, o estudo prático de todos os procedimentos higiénicos que dispõe a Naturopatia em nome dos seus verdadeiros ensinamentos.

Caros Colegas e Associados,
Fará esta equipe o possível e até mesmo o impossível, para programar reformas principalmente nas seguintes áreas de organização da APNA:

-- Revisão dos Estatutos, tornando-os mais versáteis, actualizados e justos, quer na gerência da associação, como na condução da classe associada, principalmente no tocante à classificação nas categorias profissionais, nas admissões, mas também na composição, fiscalização e funcionamento do acto eleitoral. Todos devem ter a oportunidade de votar, apesar da distância que possam ter em relação à sede.

-- Actualizar todo o processamento de inscrição dos associados, com renovação do cartão de sócio, carteira profissional e seu enquadramento jurídico-legislativo.

-- Apoiar os associados em pleno gozo dos seus direitos sociais, quer na vertente administrativa, como jurídica e de seguro profissional.

-- Pugnar para que os mandatos dos corpos sociais da APNA se cumpram dentro dos prazos e preceitos estatutários.

-- Promover os habituais congressos, encontros de convívio, conferências, palestras, workshops e eventos de formação profissional em todas as Técnicas Especiais da Naturopatia e das chamadas Terapêuticas Não Convencionais.

-- Conseguir parcerias nacionais e internacionais na área da Naturopatia e das suas correspondentes técnico-profissionais.

-- Instalar um possível programa de poupança com vista à aquisição de uma sede própria da APNA.

Conscientes das muitas dificuldades no cumprimento destas metas, mas esperançados no acolhimento e na necessária colaboração de todos os associados, condição sem a qual não será efectivamente possível a verdadeira renovação da APNA.

Com os melhores cumprimentos e saudações naturopáticas.


Manuel R. C. Melo, Naturólogo, PhND, MD (MA)
 
 
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